domingo, 20 de junho de 2010

A Copa do quarto - 5

Nunca escondi que gosto da mistura. Sou cidadão do mundo, nômade, apreciador das diferenças. Bem, por isso mesmo está sendo uma sensação única assistir aos jogos do Mundial diante das torcidas “originais”. Nada de meros simpatizantes (como eu).

Pois sempre curti o futebol holandês. Mas não sou holandês, caramba. Não tenho cara de holandês, jeito de holandês e mal sei pronunciar “olá” em holandês. Ou seja, sou um holandês fajuto, capenga, paraguaio. Holandês holandês são os adeptos que estavam a assistir ao duelo frente ao Japão, no famoso Largo da Estação do Rossio.

Nessa de misturar-me, conheci umas holandesas. Bem, as holandesas (suspiro). Juro que estou torcendo para a Laranja Mecânica ser campeã. É que daí a minha promessa vai ser cumprida com gosto. Não sabem qual? A de casar com uma mulher da nacionalidade que sagrar-se vencedora da Copa. (O Maradona tem a promessa dele, eu tenho a minha!)

De qualquer maneira, o foco está no jogo. Acordo, durmo e respiro futebol. É que de quatro em quatro anos reabasteço meu amor pelo “esporte bretão”. Há mesmo essa linguagem universal da bola – que une as diferenças, alimenta a mistura saudável e me faz conhecer holandesas.

2 comentários:

Sofia Rodrigues disse...

Se Portugal ganhar estás lixado, terás de dizer a célebre frase: "P****...."

Sandryne Barreto disse...

Quem entende esse menino...uma hora é argentina, outra hora é da Alemanha que vão falar e agora saga-se grande torcedor holandês!! Enfim, viva a mistura né? As experiências...vai lá Gustavo, te joga!! rsrsrs