quinta-feira, 8 de abril de 2010

E lá se vai a tese...

Era para ser ontem, mas será hoje. Este texto nem aqui se mostraria. Imaginei-o porque não foi. Daí não custa nada um registro.

Pego os seis volumes da tese na gráfica e corro para a faculdade. Deixo na secretaria, com mais duas cópias em CD e o requerimento para a defesa. Burocracias necessárias. Após 18 meses, viramos cães adestrados: deitamos, rolamos e fingimos de morto pelo diploma.

Mais uma fase que finda. Só que em vez de traçar planos, quero dispensar o futuro. Não é lá do meu feitio prever coisas. Sou o profeta do óbvio ululante: de vontades desconhecidas. O mestrado foi um pretexto. Se preciso for, criarei outros.

Porque meu tempo verbal é o presente.

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