quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Eu quero sem chuva, por favor

Alguém sabe pra que lado fica o Brasil? É que vou pegar meu voo em um mês, com precisão de marceneiro. Desembarco em São Paulo com esperança de não sentir um pingo sequer na cabeça. Essa de terra da garoa que fique de stand by – Lisboa já está molhada demais pro meu gosto.

Há dias que chove. E para. E volta a chover. E nova trégua. O guarda-chuva repousa bem ao lado da chave e da carteira, juntinho à porta. Sair sem proteção (e ainda falo do guarda-chuva...) é arriscado. Do último esquecimento, andei aí a tossir gravemente e expelir as vísceras.

Estou melhor, obrigado. Mas aprendi a lição: o inverno chegou no Hemisfério Norte e recomenda-se agasalho. Vou tratar de umas meias de lã na próxima semana. Barcelona, onde celebro a entrada de 2010, deve estar mais gélida que Lisboa. E também mucho mas caliente, tenho certeza.

Brevemente, porém, já estarei apto a coletar a minha parcela de aquecimento global no verão tupiniquim. Espero praia e sol, além dos diversos (e contínuos) festejos. Só que falhei no prazo do pedido do estatuto de estudante-trabalhador à faculdade e agora tenho até 31 de março para entregar a tese. Vai ser uma corrida contra o tempo.

Como o período é de festas, deixa pra lá isso. Sofrer por antecedência é uma das grandes estupidezes da nossa racionalidade leviana. Minha maior preocupação deve ser lembrar de pegar o guarda-chuva para logo mais à noite. Não quero que me falte ar nas canções de Natal!

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