terça-feira, 20 de outubro de 2009

Epopeia grega (Parte II)


Quer pegar um táxi em Atenas? Então esteja preparado para negociar. Não o preço, mas o destino. Pode ser que o motorista simplesmente recuse a te levar. E se conseguir convencê-lo, não ache que a paz reinará. Caso dê na telha, o taxista para e pega outro passageiro.

É verdade... o veículo pode ter quatro pessoas que nunca se viram indo para um mesmo rumo. Paga-se o proporcional à corrida. Fiquei pensando se já não houveram casamentos, namoros ou amizades iniciados no veículo. Ou então, como cogitei fazer, pode acontecer a escolha a dedo daquele táxi com uma deusa dentro.

Por falar nisso, as gregas são exóticas. Tem uma beleza diferente, apesar de não ser comum encontrar uma mulher bonita na rua. São charmosas, embora às vezes abusem dos penduricalhos. Os traços lembram os árabes: o nariz é um pouco grande (mas já confessei a queda que tenho por narizes robustos) e a boca... ah, a boca é sensual e proporcionalmente carnuda.

É um povo alto. Tudo bem que minha referência atual são os portugueses, que são baixos por natureza. Curioso também é que as amigas costumam andar de braços entrelaçados na rua.

Atenas é uma cidade em conta. O preço do café parte de 1,20€ – em Portugal é 0,50€. E come-se bem por 10€. As principais cervejas são a Alfa e Mythos. Mas vou deixar a gastronomia e outras curiosidades para depois.

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