terça-feira, 28 de abril de 2009

Tenho vontades...


Olha lá: eu, de fato, acho que a gente está aqui para evoluir. Não, não... a palavra evoluir talvez faça parecer com essas doutrinas espirituais-orientais. Sou simpatizante de muitas ideias, mas realmente muita coisa virou comércio, negócio, mercado. É difícil saber quem é quem hoje em dia – aquele que tem algo a passar e aquele que pretende vender algo.

No entanto, a vida é deveras enigmática. Não, não... a vida é simples, nós é que somos deveras confusos. Criamos e recriamos códigos sem qualquer critério. Eu, de fato, acho que deveríamos nos abrir às situações antes de tomarmos partido delas. É um excesso de relativismo, quem sabe. Mas é assim que encaro.

Eu tenho vontades que me absorvem. Vontades inquietantes de melhorar o mundo ao meu redor. Vontades leves. Vontades. Há outras pessoas com esses anseios. Pessoas que erram, pessoas que tropeçam, pessoas que vacilam mesmo. Nada, nem ninguém, é perfeito. E não contei novidade alguma nesse clichê bem baixo.

Deveríamos entender que o errado não é errar. Errado é deixar de aprender.

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