sexta-feira, 6 de março de 2009

Hibridismo

As aulas do mestrado voltaram. Inaugurou-se o segundo semestre e minha agenda de estudo me restringe às segundas e sextas-feiras. Ou seja, tenho três dias por semana para descansar (não sei bem de quê).

Vou, sim, intensificar a procura por um emprego na área. Ainda estou no café, aos fins de semana, de 14h às 23h. É um horário puxado. Entro, pego a correria da tarde e depois fecho o lugar. Só chego em casa por volta de meia-noite.

Vez ou outra me peguei a varrer o chão, limpar a cozinha e pensar na vida que resolvi experienciar. Desgastante, mas instrutiva. Cansativa, mas motivadora. Severa, mas real. Aprendo lições que livro algum poderia transmitir. (Leio Viajante Solitário, de Jack Kerouac, e confirmo isso)

Interessante, também, é a troca de cultura. Falava disso com alguém, em um momento qualquer. A oportunidade que temos de nos misturar à gente de nacionalidades distintas é maravilhosa. E mesmo aprender (e apreender) noções da nossa própria história, com brasileiros de várias partes do país.

Cresço, apesar de às vezes me achar do mesmo tamanho. É a sensação híbrida que a tal inquietação provoca. Há fim?

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