quinta-feira, 12 de março de 2009

Aprender a aprender

O telemóvel toca:
— Grande Tito! O que é que manda?
— Ô Gu... tou com saudades do meu amigo.
— Ei rapaz, o que tu andou bebendo?
— Nah, nah! Não bebi nada. Tenho saudades dos amigos, não tenho saudade das mulheres, tás a ver? As mulheres aleijam o nosso coração.
— Hahaha. Tá certo. É verdade, mas elas também nos fazem muito bem.
— Yá yá. Sabe, Gu, é que não aprendemos com as experiências.
— A paixão tem disso, meu velho. A gente nunca aprende a aprender. E cada vez vai parecer sempre único, e sempre a primeira vez.
— Tens razão...

(É o que se distancia da rotina dos dias)

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