terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Pequenos nadas

Um sábio professor me reensinou que o que conta é o amor. Explicou sobre tantas coisas ao longo das aulas, me apresentou a vários conhecimentos, somou diversas sensações à trajetória que construo diariamente... e acabou por me lembrar da paixão que a gente deve ter a cada instante, por cada momento.

Somos feitos de pequenos nadas, afinal. Se pudesse compartilhar a paz que me envolve, se pudesse abrir meu peito para que as belezas incandescentes voassem e ganhassem outros corações, se pudesse depositar sonhos nas mentes incrédulas, faria do mundo um lugar melhor.

As pessoas mostram que posso tudo. Não é errado ser correto. Nem é fraqueza estar perdido. Leio frases, ouço canções. Misturo tempos, mastigo interpretações. Escrevo sem ordem, porque a minha ordem é fazer o bem.

Existem várias coisas que eu sei. Eu. Sei. Com tanta clareza, mas tanta clareza, que nem ao menos me é dada a consciência de saber. E isso basta. E é assim. E simplesmente acontece, levando-me adiante, completando-me por dentro.

Voltei uns 15 anos ao ver o clipe e escutar a música abaixo. Admiro o Gabriel Pensador como artista e pessoa. Talvez não meça o seu peso na minha vida literária... acho que a gente nunca sabe, exatamente, onde e quando vamos nos tornando, aos poucos, naquilo que sempre seremos.

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