sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Passeios oníricos

Lá vamos nós de novo, mas vou escrever sobre os meus sonhos. Noites dessas, estive pela redação do Diário Catarinense. Trabalhei pouco mais de dois anos no edifício espiral, em que as editorias lembravam pequenos aquários. Não há escadas, e sim uma rampa que dá acesso às salas.

Me reencontrei com o local, rodeado por ex-colegas. Alguns iguais quando os vi pela última vez, alguns diferentes. Nem todos estavam presentes, é verdade. Mas deu para matar a saudade, de um certo modo.

Todavia, ainda estou com saudade – é outro estado de espírito que tenho evocado ultimamente – de jogar futebol. Sonhei que calçava as chuteiras e dava uns pontapés à bola, apesar de não recordar bem essa parte. A pelada onírica foi com uns amigos do tempo de colégio, e eu vestia uma velha camisa do Fla.

Também imaginei, de olhos cerrados, que voltava ao prédio onde morei, por um ano e meio, em Florianópolis. E, numa outra vez, que estava no Brasil com uns amigos daqui.

Enfim, a cama à japonesa e o edredom chinês têm estimulado a magia transcendental. Não que isso tenha a ver mesmo, mas é sempre bom sonhar que sim.

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