sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Curiosidades lisboetas (8 - O Retorno)

- Após dois meses, tento retomar a série. Ao longo desse tempo, os fatos interessantes se passaram sem que eu os relatasse. Nem tudo foi ignorado, lógico. Os textos convencionais já trazem muito de curiosidades nesta temporada na capital portuguesa.

- Pois na terça vivi na pele algo que já havia descrito aqui: o intervalo nos filmes de cinema. Assisti ao O Estranho Caso de Benjamin Button, com quase três horas de projeção. Lá para a metade apareceu o aviso da pausa. Tempo de esticar a perna, comprar pipoca, dar um pulo na casa de banho. Cinco minutos depois, a película recomeçou.

- E por falar em horário, o metro de Lisboa encerra à 1h. Ruim para quem quer voltar mais tarde para casa. Recorre-se então a autocarro, táxi ou caminhar. Se a companhia topa, escolho sempre o último. É tudo muito próximo, e a cada quarteirão é grande a chance de se deparar com uma figura esquisita...

- Não há criminalidade por estes arredores. O índice é baixíssimo, apesar de tacharem como uma área perigosa. Desde outubro, soube apenas de um caso: no Bairro Alto. E nos trajetos à madrugada, já vi prostitutas, travestis, bêbados engraçados, gajos mal-encarados. Ou seja, só a “nata” de Lisboa.

- Existem muitos restaurantes diferentes. Estou para ir a um nepalês. Fomos ao chinês no último domingo. Chinês chinês, daqueles tradicionais. Mas, claro, tinha um garçom brasileiro. Quem se divertiu com as nossas dúvidas de pratos foi a atendente de olhinhos puxados e riso oriental. Impressionante como se viram falando tão pouco de português.

Um comentário:

Vera disse...

Finalmente...
Essa dos intervalos, nem eu me irei habituar, coisa mais estúpida.(às vezes o português tem umas saídas menos felizes =P)

bj*