quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Visto pra que te quero!

Foi tanta papelada reunida. Foram tantas visitas a prédio federais, a cartórios, ao Itamaraty, à Embaixada de Portugal. Vários contatos feito por telefone e internet, encomendas pelos correios. Percorri centenas de quilômetros pra cima e pra baixo, investi milhares de reais, torrei milhões de neurônios. Tudo isso para receber o visto de estudo/residência em Portugal, que saiu hoje.

É uma papelzinho verde, colado na terceira página do passaporte. Coisa pequena, com dados fundamentais e utilidade importantíssima. Essencial. Sem ele, tudo que foi gasto até agora – de tempo, dinheiro e anseios – teria sido em vão. O visto é meu comprovante de pisar tranqüilo em solo lusitano. Mais que isso: de permanência por pelo menos seis meses.

Estranho que o calhamaço de informações, documentos assinados e cheios de carimbos daqui e dali, acaba por se resumir num tíquete do tamanho de uma cédula de identidade. Somente quando o peguei na Seção Consular da Embaixada é que comecei a sentir o tal frio na barriga...

Um comentário:

Sandra disse...

Este frio já era esperado mais cedo ou mais tarde, mas temos que passar por isso para tornarmos sonhos em realidade. Você já voou uma vez e viu o quanto vale a pena. Desta vez não será diferente.
Vou morrer de saudades, mas estou feliz por você. Beijos.