quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Obrigado

Eu, que tanto me apresentei e tanto me despedi em empregos – foram sete em seis anos –, hoje vivi mais um adeus. É difícil explicar como em um semestre tudo se encaixou perfeitamente. Ir à Caixa não era um trabalho, não era penoso, não era cansativo: era satisfatório, alegre, animado.

Pensar que quase parei em outro lugar. Também foi assim com o Diário Catarinense. Fiz entrevista no concorrente, mas fui preterido. Acabei colecionando amigos e histórias maravilhosas – e inesquecíveis – no DC. Agora, deixo a assessoria de imprensa da Caixa com a certeza de que existe destino.

Mario Quintana tem uma frase formidável, entre tantas: “às vezes a gente pensa que está dizendo bobagem e está fazendo poesia”. Ao longo desses meses, dissemos várias besteiras, rimos muito e nos divertimos sempre. Enquanto isso, eram criados laços inquebráveis de afinidade e de carinho. Fazíamos nossa poesia diária – e eterna.

Obrigado. Choro em silêncio por um tempo que se foi.

Um comentário:

Raquel disse...

Gustavo,
Te desejo tudo de bom nesta nova empreitada. E continue escrevendo sempre que puder. Sua visão do mundo às vezes tranquiliza angústias alheias :)
Beijo