quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Encontros e desencontros

Falta um mês para a viagem e admito que apenas anteontem, pela primeira vez, alguns “adeuses” atravessaram fundo meu peito como uma adaga fria. Aconteceu antes de dormir, enquanto pensava muita coisa em tão pouco tempo. Um turbilhão de idéias, de antecipações, de dúvidas.

Ao voltar a Brasília – para matar a saudade da família, rever os amigos, ganhar fôlego, renovar as energias, conter gastos e arrumar um emprego que pagasse mais – não sabia que iria me envolver com tanta gente inesquecível. Tanta gente é modo de dizer.

Conheci três pessoas fenomenais no trabalho: Cynthia, Dani e Fábio. Daquelas que nos faz lamentar ainda mais a despedida e ter vontade de manter contato para sempre (por que não?). Estranho imaginar que vivemos momentos bons que podem ter se tornados únicos para sempre. Que talvez tenham passado e ficado somente na lembrança.

Foi Vinicius de Moraes quem escreveu: “A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida”. Nessas minhas idas e vindas, criei amizades verdadeiras e eternas. Permitam-me citar um verso mais conhecido do poeta camarada: “Que seja infinito enquanto dure”.

Falta um mês para a viagem. E cada vez menos, cada vez menos, menos.

2 comentários:

Júlia disse...

êba!
Então quer dizer que a viagem eu acompanho por aqui?
Adorei!!
Um mês vai voar...

danielle zanchetta disse...

já estou com saudades, muitas saudadessssssssssssss